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Alimentação saudável é «nicho de mercado muito propenso à inovação»


Um total de 79% dos portugueses acredita que as refeições preparadas em casa são mais saudáveis do que as pré-confecionadas.
78% estão preocupados com os efeitos a longo-prazo do consumo de ingredientes artificiais e 74% fazem atualmente opções alimentares a pensar na sua saúde e na prevenção de doenças como a obesidade, diabetes, colesterol e hipertensão.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), doenças crónicas como o diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e cancro serão, em 2020, responsáveis por 73% das mortes, um aumento significativo face ao ano de 2001 (60%).
Segundo o diretor geral da Nielsen Iberia, Gustavo Núñez, «além das questões médicas, os consumidores estão cada vez mais consciencializados relativamente à sua saúde e, de facto, todos os produtos considerados saudáveis e que proporcionem bem-estar demonstram um excelente comportamento. E este é precisamente um nicho de mercado muito propenso à inovação. Um produto inovador tem de cobrir necessidades não satisfeitas e existe muito espaço para crescimento quando, num terço nos lares, por exemplo, se segue algum tipo de dieta especial que podemos satisfazer».
De acordo com este estudo, 35% dos portugueses praticam dietas que limitam ou proíbem o consumo de açúcar e 32% o consumo de gordura (contra uma média europeia de, respetivamente, 22% e 20%).
As alergias e intolerâncias alimentares são também uma realidade cada vez mais presente: 12% dizem ser eles próprios, ou alguém no seu seio familiar, alérgicos ou intolerantes aos laticínios ou à lactose, 8% ao marisco e 4% ao trigo/glúten e aos amendoins.
Os consumidores portugueses procuram evitar todos os produtos que contenham substâncias artificiais, acreditando que o corte nestes alimentos será benéfico para a sua saúde ou a da própria família. Os consumidores portugueses procuram incluir na sua alimentação as carnes brancas (69%), o peixe e frutos do mar (67%) e os ovos (64%). Estes ingredientes são incluídos pelos europeus, em média, numa menor proporção: 50% procuram as carnes brancas, 52% o peixe e frutos do mar e 43% os ovos.
No que diz respeito aos produtos que os consumidores gostariam de ver nas prateleiras das lojas, 64% dos portugueses escolhem os produtos 100% naturais, 53% os “sem corantes” e também 53% os produtos com pouco ou nenhum açúcar.
A gordura também é uma preocupação: 49% gostariam de encontrar mais produtos com baixo teor de gordura. Em todas estas possibilidades, os europeus revelam menor interesse de compra.
Relativamente aos novos produtos especialmente direcionados para necessidades ou preferências alimentares específicas, 41% dos portugueses admite escolher ingredientes que lhes proporcionem novas experiências, 25% prefere aqueles que imitam produtos existentes (por exemplo, pão sem glúten ou leite de soja) e apenas 34% admitem não comprar este tipo de artigos (contra 55% na UE).
Tendo em conta as necessidades e preferências alimentares mais saudáveis dos portugueses, 97% revelam estar satisfeitos com a oferta disponível.
78% estão preocupados com os efeitos a longo-prazo do consumo de ingredientes artificiais e 74% fazem atualmente opções alimentares a pensar na sua saúde e na prevenção de doenças como a obesidade, diabetes, colesterol e hipertensão.
De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), doenças crónicas como o diabetes tipo 2, doenças cardiovasculares e cancro serão, em 2020, responsáveis por 73% das mortes, um aumento significativo face ao ano de 2001 (60%).
Segundo o diretor geral da Nielsen Iberia, Gustavo Núñez, «além das questões médicas, os consumidores estão cada vez mais consciencializados relativamente à sua saúde e, de facto, todos os produtos considerados saudáveis e que proporcionem bem-estar demonstram um excelente comportamento. E este é precisamente um nicho de mercado muito propenso à inovação. Um produto inovador tem de cobrir necessidades não satisfeitas e existe muito espaço para crescimento quando, num terço nos lares, por exemplo, se segue algum tipo de dieta especial que podemos satisfazer».
De acordo com este estudo, 35% dos portugueses praticam dietas que limitam ou proíbem o consumo de açúcar e 32% o consumo de gordura (contra uma média europeia de, respetivamente, 22% e 20%).
As alergias e intolerâncias alimentares são também uma realidade cada vez mais presente: 12% dizem ser eles próprios, ou alguém no seu seio familiar, alérgicos ou intolerantes aos laticínios ou à lactose, 8% ao marisco e 4% ao trigo/glúten e aos amendoins.
Os consumidores portugueses procuram evitar todos os produtos que contenham substâncias artificiais, acreditando que o corte nestes alimentos será benéfico para a sua saúde ou a da própria família. Os consumidores portugueses procuram incluir na sua alimentação as carnes brancas (69%), o peixe e frutos do mar (67%) e os ovos (64%). Estes ingredientes são incluídos pelos europeus, em média, numa menor proporção: 50% procuram as carnes brancas, 52% o peixe e frutos do mar e 43% os ovos.
No que diz respeito aos produtos que os consumidores gostariam de ver nas prateleiras das lojas, 64% dos portugueses escolhem os produtos 100% naturais, 53% os “sem corantes” e também 53% os produtos com pouco ou nenhum açúcar.
A gordura também é uma preocupação: 49% gostariam de encontrar mais produtos com baixo teor de gordura. Em todas estas possibilidades, os europeus revelam menor interesse de compra.
Relativamente aos novos produtos especialmente direcionados para necessidades ou preferências alimentares específicas, 41% dos portugueses admite escolher ingredientes que lhes proporcionem novas experiências, 25% prefere aqueles que imitam produtos existentes (por exemplo, pão sem glúten ou leite de soja) e apenas 34% admitem não comprar este tipo de artigos (contra 55% na UE).
Tendo em conta as necessidades e preferências alimentares mais saudáveis dos portugueses, 97% revelam estar satisfeitos com a oferta disponível.
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O futuro da agricultura passa pela inovação e exportação.


No dia 28 de Setembro, no Instituto Superior de Agronomia, debateu-se o futuro da agricultura nacional. Um sector mais profissional, mais atento ao mercado e interessado na investigação são algumas das características dos empresários agrícolas nacionais, mas há ainda desafios a ultrapassar.
Para Amândio Santos, presidente da PortugalFoods, a exportação deve ser feita sob o nome Portugal. «Quando abordamos os mercados externos, temos de ter a capacidade de o fazer sob a marca-chapéu Portugal».
Presente no debate “Produtos e produtores: o futuro da agricultura nacional”, a presidente do ISA, Amarilis de Varennes, comentou que cada vez as empresas procuram as instituições de ensino e de investigação para encontrarem soluções para os seus problemas. A professora declarou que o sector tem de estar «satisfeito pelo que já alcançou e ter confiança que vai chegar mais longe». Sobre a questão da investigação, Daniel Campelo, responsável pelo projecto Aromáticas Vivas, proferiu que as universidades e institutos públicos de investigação «devem estar ao serviço dos agricultores». Daniel Campelo reconheceu ainda que «os agricultores se associam de forma cada vez mais profissional».
Ana Trigo Morais elogiou o Intermarché pela iniciativa que considera ser «um bom exemplo da aproximação da distribuição à a produção nacional». A director-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição comentou que o desafio do sector está no «comportamento do consumidor, cujos hábitos de consumo mudam muito rápido», por vezes a uma velocidade que a agricultura tem dificuldade de acompanhar. Para Ana Trigo Morais «o caminho do futuro passar por um consumo mais responsável e o sector de tem caminhar nesse sentido».
João Machado, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, falou sobre alguns dos problemas que assolam a agricultura nacional, nomeadamente aqueles relacionados com «licenciamento da actividade, tecnológicos e laborais». Sobre esta última questão, João Machado afirmou que «se queremos que a agricultura cresça temos de ter mão-de-obra». A concluir, disse que, apesar dos problemas, «temos muita potencialidade de desenvolvimento».
Luís Medeiros Vieira, secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, salientou que «a agricultura está mais profissional, mais inovadora e mais orientada para o mercado. Esta é a fórmula que está na base da agricultura de hoje, que é também um investimento em conhecimento e inovação». O responsável concluiu que «temos de continuar a apostar na internacionalização do sector agro-alimentar e na abertura de novos mercados».
O debate antecedeu a entrega do Prémio Intermarché Produção Nacional.
Para Amândio Santos, presidente da PortugalFoods, a exportação deve ser feita sob o nome Portugal. «Quando abordamos os mercados externos, temos de ter a capacidade de o fazer sob a marca-chapéu Portugal».
Presente no debate “Produtos e produtores: o futuro da agricultura nacional”, a presidente do ISA, Amarilis de Varennes, comentou que cada vez as empresas procuram as instituições de ensino e de investigação para encontrarem soluções para os seus problemas. A professora declarou que o sector tem de estar «satisfeito pelo que já alcançou e ter confiança que vai chegar mais longe». Sobre a questão da investigação, Daniel Campelo, responsável pelo projecto Aromáticas Vivas, proferiu que as universidades e institutos públicos de investigação «devem estar ao serviço dos agricultores». Daniel Campelo reconheceu ainda que «os agricultores se associam de forma cada vez mais profissional».
Ana Trigo Morais elogiou o Intermarché pela iniciativa que considera ser «um bom exemplo da aproximação da distribuição à a produção nacional». A director-geral da Associação Portuguesa de Empresas de Distribuição comentou que o desafio do sector está no «comportamento do consumidor, cujos hábitos de consumo mudam muito rápido», por vezes a uma velocidade que a agricultura tem dificuldade de acompanhar. Para Ana Trigo Morais «o caminho do futuro passar por um consumo mais responsável e o sector de tem caminhar nesse sentido».
João Machado, presidente da Confederação dos Agricultores de Portugal, falou sobre alguns dos problemas que assolam a agricultura nacional, nomeadamente aqueles relacionados com «licenciamento da actividade, tecnológicos e laborais». Sobre esta última questão, João Machado afirmou que «se queremos que a agricultura cresça temos de ter mão-de-obra». A concluir, disse que, apesar dos problemas, «temos muita potencialidade de desenvolvimento».
Luís Medeiros Vieira, secretário de Estado da Agricultura e Alimentação, salientou que «a agricultura está mais profissional, mais inovadora e mais orientada para o mercado. Esta é a fórmula que está na base da agricultura de hoje, que é também um investimento em conhecimento e inovação». O responsável concluiu que «temos de continuar a apostar na internacionalização do sector agro-alimentar e na abertura de novos mercados».
O debate antecedeu a entrega do Prémio Intermarché Produção Nacional.
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Sommelier internacional elogia vinhos portugueses


Portugal tem os vinhos com “uma das melhores relações qualidade-preço no mundo”, destaca Jonathan Ross, sommelier no Eleven Madison Park, restaurante nova-iorquino de topo.
Num vídeo para o Business Insider onde destacou os melhores vinhos a custar 25 dólares (cerca de 23 euros) ou menos, Jonathan Ross, sommelier no Eleven Madison Park, restaurante nova-iorquino de topo, deu um grande destaque aos vinhos portugueses.
Não é preciso gastar muito dinheiro para aproveitar vinhos fantásticos. Portugal tem os vinhos com “uma das melhores relações qualidade-preço no mundo”, destacou Jonathan Ross.
O sommelier referiu que Portugal tem uma “história imensa” de produção de vinhos e uvas de ótima qualidade.
Deu destaque ao produtor ‘Beyra’ que, segundo o especialista, faz vários vinhos brancos que são realmente únicos. E sublinhou que os vinhos portugueses são ótimos e super acessíveis.
Num vídeo para o Business Insider onde destacou os melhores vinhos a custar 25 dólares (cerca de 23 euros) ou menos, Jonathan Ross, sommelier no Eleven Madison Park, restaurante nova-iorquino de topo, deu um grande destaque aos vinhos portugueses.
Não é preciso gastar muito dinheiro para aproveitar vinhos fantásticos. Portugal tem os vinhos com “uma das melhores relações qualidade-preço no mundo”, destacou Jonathan Ross.
O sommelier referiu que Portugal tem uma “história imensa” de produção de vinhos e uvas de ótima qualidade.
Deu destaque ao produtor ‘Beyra’ que, segundo o especialista, faz vários vinhos brancos que são realmente únicos. E sublinhou que os vinhos portugueses são ótimos e super acessíveis.
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INDICADORES
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| Tabela 2 + | ||||||
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| Tabela 3 + | ||||||
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